Quando eu arrisco um verso
ás vezes começo pelo avesso
primeiro reclamo do tombo
depois falo do tropeço.
Invento, critico, confesso
mas meu deus eu quero o perdão primeiro
porque eu adoeço e nunca sei porque
mas essas consequências sempre tem pedras nas mãos
Eu começo o verso
ás vezes por sentir, outras por entender
e nunca é verdade, mas poderia ser
tanta coisa poderia, mas sempre é tarde
é sempre longe
eu entendo a distância e eu sinto a saudade
e já não sei bem como mentir
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