quarta-feira, 25 de abril de 2012

segunda-feira, 23 de abril de 2012

O medo, a verdade, o amor

Qualquer que seja o enunciado não consigo sentir mais coisa nenhuma, talvez, essas porcarias venham enlatadas dentro de nós, numa conserva que já venceu. Abre-se a lata que quer, mas todo mundo arrependem-se de ter mexido na carniça, como fede qualquer sentimento desses, dos quais se orgulham tanto (é importante lembrar que mesmo o que se despreza e rola depressivo, sente admiração por sua pessoa e seus latentes sentimentos), é doentia toda síntese que leio, de qualquer porcaria que sintam. Cada dia que passa, todos parecem mais com um saco de merda, comendo cadáveres e os cagando de volta, beijando-se aos pares, procurando símbolos que descrevam seus feitos, merda de quem come merda e sabe transformar isso tudo suditamente em lindas passagens.